06/12/2007
02/12/2007
Eu, só com pessoas especialíssimas: ao centro José Pacheco, fundador da Escola da Ponte, em Portugal (de branco). Wannise e Dalal, do curso Jeitos de ver a Vida, ao lado de Pacheco. Na ponta direita, minhas alunas Rosimeri e Massimina. Na outra ponta, meu aluno Romeu. A de verde eu não sei.
28/11/2007
Hoje saiu uma reportagem no site "Movidos pela Paixão", do Terra, sobre o trabalho de educação ambiental com deficientes visuais da Chay, minha aluna querida! Que orgulho...
24/10/2007
07/08/2007
"Chances are there is information about you and your family on the Internet that you don't approve of. It's time you do something about it."
17/07/2007
04/05/2007
11/03/2007
02/03/2007
14/02/2007
12/02/2007
Fui lá nos arquivos de comentários do Observador, (UMA ESTÓRIA? UM ENIGMA? UMA BRINCADEIRA? UMA...???) e resgatei minhas "escaramuças", como diz o Fernando, sobre o "caso Meg".
Isto esclarece o por quê da postagem abaixo, sobre "O câncer do ciberindivíduo".
Olá Fernando! Saudades. Como sabe, as minhas atividades bloguísticas têm sido bem periféricas... Já faz um bom tempo, escrevi no meu blog que gostaria de ler algum artigo sobre psicologia social na blogosfera, e ainda não tinha encontrado nada a respeito. Eu já tinha escutado os termos “bloguicídio” e “orkuticídio” (que, aliás, eu mesma já havia cometido, e o primeiro chegou a ser anunciado na Entusiasta há uns meses :-) ). Então, quando cheguei de viagem e li aqui sobre a polêmica da morte/não-morte de uma blogueira, resolvi fuçar a história. E ela é um maná! Desperdício não ser analisada! Então, alguns pontos me chamaram a atenção até agora:1) A gama de reações, controversas e/ou contraditórias, que o fato desperta na blogosfera, e a curiosidade pelas mesmas, expressada pelo número de visitas e comentários nos posts sobre o tema (partindo da minha própria experiência, claro!).2) Os juízos de valor que estão sendo construídos a partir de uma nova(?) modalidade de relacionamento social – a virtual –, bem como a (con)fusão que se faz desta com a “real”. Há, realmente, uma possibilidade de fusão entre as duas? Seria já esta questão ultrapassada?3) Sobre os juízos de valor: culpada ou vítima? Ou não há dualismos possíveis nesta suposta “pós-modernidade”? Segundo uma entrevista da própria Meg, contrapondo-se a Baudrillard (sobre o desaparecimento da alteridade na Internet), “O blog é a maior das vertigens da subjetividade”... Teria ela embarcado a fundo nessa vertigem? 4) A capacidade de resiliência na rede virtual de amigos: é possível o retorno à normalidade após uma severa perturbação? Seria esta morte forjada, consciente ou inconscientemente, uma tentativa de testar os limites desta rede?5) (E, decorrente das duas últimas) Existe “luto virtual”?Bem, desculpe se estou sendo pesada, levantando questões talvez óbvias e/ou desnecessárias para os já habituados à fugacidade dos fatos da Internet. Beijos, amigo! (Virtual?! Real?! Hehehe)...
Isto esclarece o por quê da postagem abaixo, sobre "O câncer do ciberindivíduo".
Olá Fernando! Saudades. Como sabe, as minhas atividades bloguísticas têm sido bem periféricas... Já faz um bom tempo, escrevi no meu blog que gostaria de ler algum artigo sobre psicologia social na blogosfera, e ainda não tinha encontrado nada a respeito. Eu já tinha escutado os termos “bloguicídio” e “orkuticídio” (que, aliás, eu mesma já havia cometido, e o primeiro chegou a ser anunciado na Entusiasta há uns meses :-) ). Então, quando cheguei de viagem e li aqui sobre a polêmica da morte/não-morte de uma blogueira, resolvi fuçar a história. E ela é um maná! Desperdício não ser analisada! Então, alguns pontos me chamaram a atenção até agora:1) A gama de reações, controversas e/ou contraditórias, que o fato desperta na blogosfera, e a curiosidade pelas mesmas, expressada pelo número de visitas e comentários nos posts sobre o tema (partindo da minha própria experiência, claro!).2) Os juízos de valor que estão sendo construídos a partir de uma nova(?) modalidade de relacionamento social – a virtual –, bem como a (con)fusão que se faz desta com a “real”. Há, realmente, uma possibilidade de fusão entre as duas? Seria já esta questão ultrapassada?3) Sobre os juízos de valor: culpada ou vítima? Ou não há dualismos possíveis nesta suposta “pós-modernidade”? Segundo uma entrevista da própria Meg, contrapondo-se a Baudrillard (sobre o desaparecimento da alteridade na Internet), “O blog é a maior das vertigens da subjetividade”... Teria ela embarcado a fundo nessa vertigem? 4) A capacidade de resiliência na rede virtual de amigos: é possível o retorno à normalidade após uma severa perturbação? Seria esta morte forjada, consciente ou inconscientemente, uma tentativa de testar os limites desta rede?5) (E, decorrente das duas últimas) Existe “luto virtual”?Bem, desculpe se estou sendo pesada, levantando questões talvez óbvias e/ou desnecessárias para os já habituados à fugacidade dos fatos da Internet. Beijos, amigo! (Virtual?! Real?! Hehehe)...
O “câncer” do ciberindivíduo
Encontrei neste site ótimos artigos sobre cibersociedade, cibercultura, cibercidadania, ciberpsicologia, ciberética e outros “cibers”.
Após uma “navegada básica”, achei também este artigo, nesta página da Universidade Federal Fluminense, sobre Dissolução e Fragmentação:Problemas nas Comunidades On-line, de Beth Kolko e Elizabeth Reid, traduzido por Helena Furtado e Josemari de Quevedo. Pertinente análise da ausência do corpo e do espaço na comunicação virtual, refletindo sobre a fragmentação psicológica do indivíduo on-line; analogia da multiplicidade do ciberindivíduo nas comunidades virtuais com a das células indiferenciadas do câncer.
“No entanto, esses aspectos oportunistas dos ciberindivíduos criam muitos dos problemas encontrados nas comunidades virtuais. A permanência psicológica dos indivíduos promana da adaptabilidade: relaciona-se com a capacidade de mudar a expressão facial para se ajustar ao momento e de criar novas para encarar as mudanças nas circunstâncias, mantendo o tempo todo a coerência e a continuidade entre essas faces múltiplas. Nossa própria pluralidade, nossos múltiplos humores e opiniões mutáveis, é o que permite a criação de uma cultura vibrante e vital. Para nós, é a singularidade dos personagens on-line que pode ser a grande ameaça às comunidades virtuais. Nelas tem sido muito fácil incentivar a multiplicidade, mas não a coerência: cada personalidade tem um espectro social limitado e não diversificado. Essa esquizofrenia cultural torna a comunidade virtual muito frágil e mal equipada para desenvolver-se com as exigências de suas circunstâncias. O corpo humano não consegue sustentar o acentuado crescimento de células não diversificadas: isto é câncer. O corpo cultural também demanda diversidade e adaptabilidade. Possuir uma multiplicidade de facetas é singularmente humano. Mas, se as comunidades virtuais devem ser sustentáveis como comunidades, devem permitir e encorajar uma projeção holística do indivíduo na paisagem virtual”.
Achei apropriado para o momento...
Encontrei neste site ótimos artigos sobre cibersociedade, cibercultura, cibercidadania, ciberpsicologia, ciberética e outros “cibers”.
Após uma “navegada básica”, achei também este artigo, nesta página da Universidade Federal Fluminense, sobre Dissolução e Fragmentação:Problemas nas Comunidades On-line, de Beth Kolko e Elizabeth Reid, traduzido por Helena Furtado e Josemari de Quevedo. Pertinente análise da ausência do corpo e do espaço na comunicação virtual, refletindo sobre a fragmentação psicológica do indivíduo on-line; analogia da multiplicidade do ciberindivíduo nas comunidades virtuais com a das células indiferenciadas do câncer.
“No entanto, esses aspectos oportunistas dos ciberindivíduos criam muitos dos problemas encontrados nas comunidades virtuais. A permanência psicológica dos indivíduos promana da adaptabilidade: relaciona-se com a capacidade de mudar a expressão facial para se ajustar ao momento e de criar novas para encarar as mudanças nas circunstâncias, mantendo o tempo todo a coerência e a continuidade entre essas faces múltiplas. Nossa própria pluralidade, nossos múltiplos humores e opiniões mutáveis, é o que permite a criação de uma cultura vibrante e vital. Para nós, é a singularidade dos personagens on-line que pode ser a grande ameaça às comunidades virtuais. Nelas tem sido muito fácil incentivar a multiplicidade, mas não a coerência: cada personalidade tem um espectro social limitado e não diversificado. Essa esquizofrenia cultural torna a comunidade virtual muito frágil e mal equipada para desenvolver-se com as exigências de suas circunstâncias. O corpo humano não consegue sustentar o acentuado crescimento de células não diversificadas: isto é câncer. O corpo cultural também demanda diversidade e adaptabilidade. Possuir uma multiplicidade de facetas é singularmente humano. Mas, se as comunidades virtuais devem ser sustentáveis como comunidades, devem permitir e encorajar uma projeção holística do indivíduo na paisagem virtual”.
Achei apropriado para o momento...
07/02/2007
20/01/2007
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