Fim do ano de 1993. Kátia me convidou para passar o ano novo com ela e uma amiga em Parati. Disse que iríamos de ônibus até S.J. dos Campos e de lá o “namorado” da Fran, um tal de Ale, iria nos levar de carro para ficarmos todos na casa de sua avó (dele). Namorado, namorado, ele não era. Acho que tinham se conhecido numa dessas “Oktoberfest” da vida, ficaram , trocaram telefone, endereço, e combinaram tal encontro. E eu totalmente gaiata, nem quis saber dos detalhes. Topei a idéia. Às nove da noite estávamos embarcando, chegando ao primeiro destino às cinco da matina. Táxi até a casa do menino. O que vimos, então? Muitas garrafas de champagne vazias, uma bagunça, ele (Ale) mais pra lá do que pra cá. Nada de malas arrumadas. A casa com ar de abandonada. Ficamos sabendo, então, da sorte que nos esperava. Não tinha carro nenhum. Resumindo: não tinha carro, não tinha pouso certo, não tinha nada.
Às 8 da manhã chegou outro desavisado na casa. Um amigo de apelido parecido (Alê), todo bicho grilo, com uma barraquinha nas costas e uma mochila, bata branca, sandália de couro, colar de pena. Também caiu no conto da carona. Então, a essa altura, pegamos o telefone pra tentar arranjar passagens de ônibus e vaga em alguma pousada. Não tinha. Nem um, nem outro. Alê, o grilo, tomou logo a providência mais cabível: “vamos pra rodoviária, lá a gente tenta alguma coisa”. Deixamos o “imbecil” e lá fomos nós. Alê, Kátia, Fran, eu. No tickets anymore. Óbvio. Conseguimos passagens só até Ubatuba, umas 4 horas depois. Chegando em Ubatuba minha febre estourou. Eu já estava com sintomas de garganta...
Chegando em Ubatuba, nada de passagem pra Parati. Alê, de novo, tomou a providência: “vamos pra beira da estrada tentar carona”. É louco, pensei. Quem vai dar carona pra quatro pessoas cheias de bagagem? E eu caindo pelas tabelas de febre. Quinze minutos depois, parou um Santana dourado. Beleza! Um homem sozinho, muito mal encarado, sobrancelhas grossas, bigode grisalho, camisa aberta, peludo, cheio de ouro pendurado, anéis, etc. Devia ter dentes de ouro, também. Mas não deu pra ver, o homem não abriu a boca, não sorriu, não deu sequer uma palavra com a gente. E voou. Meu Deus como voou naquela estrada cheia de curvas!!! Fazendo-as a 120 por hora, enquanto nós rezávamos pra sair dali vivos. Alê no banco da frente tentava puxar papo. Em vão. Não demorou muito, o homem nos deixou na entrada da cidade, exatamente no momento em que começava a chover. “To ralada...”. Muita sorte a nossa, porque estava passando um ônibus urbano e vupt!, lá fomos nós até a rodoviária de Parati. Só que... para onde vamos? Não tínhamos pousada, não conhecíamos, ninguém, enfim...
Fran avistou uma, digamos, “pousada” na frente da rodoviária. “Peraí que vou lá perguntar”. Voltou dizendo que ainda tinha um quarto com duas camas, mas sem banheiro. Ah, fomos pra lá na hora. Nos despedimos temporariamente de Alê, que foi para um camping com sua barraquinha canadense. Fomos ver o quarto, e realmente só tinha duas camas. A terceira (um colchão) teria que ser “encaixada” entre as duas na hora de dormir. Era tão estreito o espaço, que as laterais do colchão ficavam um pouco embaixo de cada cama. Banheiro? Coletivo, desses que é tudo junto vaso, pia e chuveiro, sem box. Um cubículo, não dava pra deixar a roupa no banheiro porque molhava. Tudo bem, estávamos felicíssimas. E eu caí de cama.
No dia seguinte me “emboletei” e fomos curtir a cidade. Viajamos por praias próximas, no divertimos como nunca (ou como sempre). Na virada, compramos um vinho e uns frios, acendemos uma vela no quarto e proferimos algumas palavras de bons agouros. E fomos pra gandaia. Encontramos o Ale (o imbecil) com cara de bunda, e ainda por cima abraçado com uma menina! Fran nem aí.
A volta também teve seu toque curioso. Quase sem dinheiro, conhecemos dois amigos na pousada que eram de São Paulo e ofereceram carona para nós três. Voltamos com eles até a rodo de SP, só que, quem disse que conseguiríamos passagem pra Curitiba? Ficamos das 4 da tarde até 11 e meia da noite tentando embarcar, com alguma desistência. Conseguimos, só que em ônibus separados. Mas isso não fez a menor diferença. Podre, acordei na rodo de CWB. Podre, mas feliz da vida.
11/12/2004
10/12/2004
Domingo faremos nosso “natalzinho” (das amigas). Resolvi fazer no meu apartamento, mesmo com todas as precariedades. Queria dar uma decorada, deixar um ar natalino, mas não tenho nada de enfeites, ainda. Estou há tempos querendo comprar uma planta ou arbusto, pensei em bambu- mossô, ou Ficus, daí podia pendurar alguns negocinhos coloridos. A planta eu ainda não comprei, mas fiz uma massa de biscuit para, quem sabe, plasmar umas estrelinhas, bolas, ou o que a cabeça inventar na hora. E ainda por cima vou, eu mesma (com ajuda de “mamã”), fazer os quitutes. Agora mesmo estávamos quase pondo fogo na cozinha, fazendo um caramelo que irá na torta gelada de café. Detalhe: deixei a calda passar do ponto e ela amargou, vamos ter que fazer tuuudo de novo, hehe (chuinf!...). Farei empadão de palmito também (esse, especialidade da casa!). Puxa, estou num sufoco danado e ainda invento essa moda... bem eu, mesmo.
Inventei de colocar um counter no blog. Apanhei, não conseguia achar o lugar certo no template, dei um "preview" trocentas vezes (uma 25, pelo menos...), e mesmo assim não sei se saiu a contento. Ainda não consegui fazer a lista permanente dos blogs... ainda apanho muito mas chego lá. Figuras? Ainda com o Hello, embora Stijn tenha me dado todas as dicas para não precisar mais usá-lo. Como vi que o Hello não ia aceitar, mesmo, meu e-mail, comecei a "inventar" outros e-mails, o que agora me permite uma "sobrevida" de uns dois dias para usar o programa (com e-mails errados!). Como chamaria isso? Jeitinho brasileiro? hehe
09/12/2004
Quando morávamos no interior, sempre vínhamos visitar meus avós em Curitiba. Meu programa favorito era passear na Rua das Flores, brincar no Bondinho e tomar Sunday de morango na lanchonete da Loja Americana. Na época de Natal, a cidade vibrava. Era costume ter uma bandinha de Papais Noéis no Malucelli da Visconde. Presépios em tamanho real também eram costumeiros. As árvores de Natal não eram naturais, mas de um papel metálico, e as bolas eram também metálicas, de vidro muito fino (e diminuíam a cada ano, claro!). As árvores externas ganhavam lâmpadas coloridas, grandes. As lojas colocavam um disco com músicas natalinas tocadas em harpa (isso até hoje existe...). Como é bom ter lembranças!
Abaixo, a Rua das Flores, o Bondinho...
Abaixo, a Rua das Flores, o Bondinho...
08/12/2004
Hoje trabalhei com uma trilha sonora de respeito. Primeiro, coloquei o Amplified Heart, do ETBG. (Aliás, Ricardo ligou de Londres dizendo que foi no club onde o Ben Watt é DJ. Que vontade!!!!). Bom, depois disso coloquei o CD que o Rogério fez pra mim num aniversário: Burt Bacharach (lembrei do Fernando), com versões dele e de músicos e bandas como Posty Springfield (em The Look of love), Oasis (This guys in love with you), Pixes (What the world needs now is love) sendo esta última minha favorita, uma guitarra crua e muito elegante. Não poderia faltar Carpenters e Elvis Costello, claro. E, na minha opinião, Close to You (com a doce Karen cantando) poderia estar na lista das 10 melhores músicas de todos os tempos. É. Música boa da melhor qualidade...
Não adianta. Tem pessoas e tem “pessoas”.
Estava no restaurante, tomando o cafezinho, quando vi duas mulheres indo em direção à balança ao mesmo tempo. Uma delas indicou à sua frente com a palma da mão estendida para cima:
- Por favor!
A outra repetiu o gesto:
- Não, faço, questão!
- Não não! Eu é que faço questão.
A segunda deu, então, um passo à frente, pesou seu prato e, ao sair, disse sorridente:
- Obrigada! Desculpe, heim?
- Imagina...
A situação, cheia de rapapés e amabilidades, me fez pensar em como esse povo da minha cidade é educado, já que tal cena é muito comum de se presenciar.
Saí para pegar o carro. Alguém tinha parado atrás, simplesmente colado ao meu. Nem vento passava. De repente, apagou-se o pensamento anterior e me veio à mente um “êta povinho mal educado esse...”
Estava no restaurante, tomando o cafezinho, quando vi duas mulheres indo em direção à balança ao mesmo tempo. Uma delas indicou à sua frente com a palma da mão estendida para cima:
- Por favor!
A outra repetiu o gesto:
- Não, faço, questão!
- Não não! Eu é que faço questão.
A segunda deu, então, um passo à frente, pesou seu prato e, ao sair, disse sorridente:
- Obrigada! Desculpe, heim?
- Imagina...
A situação, cheia de rapapés e amabilidades, me fez pensar em como esse povo da minha cidade é educado, já que tal cena é muito comum de se presenciar.
Saí para pegar o carro. Alguém tinha parado atrás, simplesmente colado ao meu. Nem vento passava. De repente, apagou-se o pensamento anterior e me veio à mente um “êta povinho mal educado esse...”
Recebi um convite da Dani para entrar no Orkut. Como as coisas são engraçadas. Há menos de dois meses eu quase nem sabia o que era isso. Claro, tinha visto reportagens sobre, mas nem imaginava que tivesse um conhecido “nisso”. De repente, vejo que tem, sim, conhecidos nessa coisa, e a Dani até propôs de montarmos uma comunidade da nossa turma de faculdade. Bom, entrei no tal orkut (toda vez essa palavra me lembra “iorguth”, um jeito caipira de dizer iogurte, carregando no erre). Fui preencher o formulário e foi uma piada. Metade das coisas eu não entendi. Será que meu ingrêis está tão ruim assim? 70% das perguntas eu não respondi. Ou porque não achei opções condizentes, ou porque simplesmente não estava a fim de colocar (ou, é claro, porque não entendi bulhufas!). Posso estar sendo precipitada, mas comigo isso não funcionou. Não bateu. Não deu o click. Eu não “se empolguei”. E preciso do precioso tempo para encontrar os amigos de carne e osso. E os do blog, claro. (Hã? Hã?) rsrs
07/12/2004
A janela do quartinho que vai virar banheiro vai do chão ao teto. Na sua frente, a copa de uma araucária, tão próxima que os ramos quase entram em casa. Ontem choveu; pingos pesados faziam seus galhos vergarem suavemente. A brisa fria fez arrepiarem os pelos. As bromélias exibiram-se, frescas. Hortênsias azuis coloriam a tarde cinza. Os pássaros se aquietaram mais cedo. Sabiá entoou seu canto, reinando no bosque silencioso. E eu, da minha janela, encantada, participava de tão solene audição.
06/12/2004
Estou sentindo que meu universo está cada vez mais restrito nesses últimos meses.
Coisas que tenho feito pouco ou deixei de fazer:
- Tenho caminhado menos do que gostaria;
- Não tenho tomado sol. Nessa época do ano já estaria, no mínimo, “dourada”;
- Não tenho feito grandes incursões na cozinha. Caê assumiu o lado gourmet na feitura de ótimos peixes na brasa;
- Não mexi com enfeites de Natal;
- Não estou fazendo presentinhos de Natal personalizados. Não estou fazendo nenhum tipo de artesanato;
- Parei de comprar TODAS as revistas de decoração que saíam no mês;
- Não tenho acompanhado os lançamentos de CDs.
- Não estou acompanhado nenhuma novela;
- Não tenho visto filmes em vídeo ou DVD. No máximo alguns filminhos do Eurochannel.
- Não tenho acompanhado as boas mostras e exposições.
- Vou pouquíssimo ao salão. Dou um jeitinho nas unhas e o cabelo vai cresceeeendo...
Coisas que não deixei de fazer (ainda)
- Escrever no blog. Companheirão...
- Encontrar amigos. Sempre deve haver um espacinho para eles na nossa vida...
- Ir ao cinema. Vou com uma freqüência muito menor, mas não perco os meu favoritos.
-
Coisas que não pretendo abrir mão por nada.
- Namorar.
- Ouvir música.
- Dormir 8 horas por noite.
- Sonhar e acordar feliz.
Coisas que tenho feito pouco ou deixei de fazer:
- Tenho caminhado menos do que gostaria;
- Não tenho tomado sol. Nessa época do ano já estaria, no mínimo, “dourada”;
- Não tenho feito grandes incursões na cozinha. Caê assumiu o lado gourmet na feitura de ótimos peixes na brasa;
- Não mexi com enfeites de Natal;
- Não estou fazendo presentinhos de Natal personalizados. Não estou fazendo nenhum tipo de artesanato;
- Parei de comprar TODAS as revistas de decoração que saíam no mês;
- Não tenho acompanhado os lançamentos de CDs.
- Não estou acompanhado nenhuma novela;
- Não tenho visto filmes em vídeo ou DVD. No máximo alguns filminhos do Eurochannel.
- Não tenho acompanhado as boas mostras e exposições.
- Vou pouquíssimo ao salão. Dou um jeitinho nas unhas e o cabelo vai cresceeeendo...
Coisas que não deixei de fazer (ainda)
- Escrever no blog. Companheirão...
- Encontrar amigos. Sempre deve haver um espacinho para eles na nossa vida...
- Ir ao cinema. Vou com uma freqüência muito menor, mas não perco os meu favoritos.
-
Coisas que não pretendo abrir mão por nada.
- Namorar.
- Ouvir música.
- Dormir 8 horas por noite.
- Sonhar e acordar feliz.
05/12/2004
A maior das vertigens da subjetividade
O blog é uma nova forma de expressão, as pessoas estão recuperando a voz.
Queria que meu blog fosse algo tão elástico que contivesse todo tipo de coisa, solene, sutil e bela, que me venha à cabeça.
Essas frases, como também o título, foram tiradas de um artigo, de Elis Monteiro, do Observatório da Imprensa de 29/05/2002. Percebo que minhas suspeitas sobre esse novo mundo, que se descortinou para mim há pouquíssimo tempo, não são de nada infundadas. Já houve muita gente escrevendo sobre o assunto, e assim aproveito para colocar um trechinho do que li:
Eles são ‘gente como a gente’, mas aprenderam a tirar proveito do que de melhor a internet pode oferecer: comunicação, interatividade e uma rede de amigos, sempre dispostos a ouvir, mesmo que virtualmente, criticar e se solidarizar com as dúvidas existenciais uns dos outros. Blogar é, antes de tudo, compartilhar: pensamentos, informações. Os novos ‘publishers’ da rede – que de adolescentes só têm a alma – são, isso sim, muito criativos. E, ao contrário do que muitos pensam, eles não são ‘nerds’ ou ‘geeks’: são pessoas comuns, com hábitos não muito diferentes, que conciliam, com facilidade, a atividade de blogar com vida em família, trabalho e lazer. São eles os personagens principais da nova revolução da web. A retomada do ‘poder’ a quem de direito.
Cantores, amantes de gatos, donas de casa, experts em informática, muitos (muitos!) jornalistas, webdesigners. A variedade de profissões dos blogueiros só perde em quantidade para a multiplicidade de temas: de putas e vagabundos (que perambulam pelo ‘Catarro Verde’) à literatura (que povoa muitos), passando pelas notícias de informática (tema do ‘Marketing Hacker’) e análise do mundo. E muita informação relevante, o que é ótimo. Uma das vantagens principais do blog é ser território livre, onde se escreve (e publica) o que se quer. E, felizmente, a idéia de que eles são ‘diários na rede’ já está sendo ultrapassada. Diferente dos diários de papel, a maior parte dos blogs é escrita para informar e não apenas como forma de desabafo pessoal.
O artigo completo está disponível...
Queria que meu blog fosse algo tão elástico que contivesse todo tipo de coisa, solene, sutil e bela, que me venha à cabeça.
Essas frases, como também o título, foram tiradas de um artigo, de Elis Monteiro, do Observatório da Imprensa de 29/05/2002. Percebo que minhas suspeitas sobre esse novo mundo, que se descortinou para mim há pouquíssimo tempo, não são de nada infundadas. Já houve muita gente escrevendo sobre o assunto, e assim aproveito para colocar um trechinho do que li:
Eles são ‘gente como a gente’, mas aprenderam a tirar proveito do que de melhor a internet pode oferecer: comunicação, interatividade e uma rede de amigos, sempre dispostos a ouvir, mesmo que virtualmente, criticar e se solidarizar com as dúvidas existenciais uns dos outros. Blogar é, antes de tudo, compartilhar: pensamentos, informações. Os novos ‘publishers’ da rede – que de adolescentes só têm a alma – são, isso sim, muito criativos. E, ao contrário do que muitos pensam, eles não são ‘nerds’ ou ‘geeks’: são pessoas comuns, com hábitos não muito diferentes, que conciliam, com facilidade, a atividade de blogar com vida em família, trabalho e lazer. São eles os personagens principais da nova revolução da web. A retomada do ‘poder’ a quem de direito.
Cantores, amantes de gatos, donas de casa, experts em informática, muitos (muitos!) jornalistas, webdesigners. A variedade de profissões dos blogueiros só perde em quantidade para a multiplicidade de temas: de putas e vagabundos (que perambulam pelo ‘Catarro Verde’) à literatura (que povoa muitos), passando pelas notícias de informática (tema do ‘Marketing Hacker’) e análise do mundo. E muita informação relevante, o que é ótimo. Uma das vantagens principais do blog é ser território livre, onde se escreve (e publica) o que se quer. E, felizmente, a idéia de que eles são ‘diários na rede’ já está sendo ultrapassada. Diferente dos diários de papel, a maior parte dos blogs é escrita para informar e não apenas como forma de desabafo pessoal.
O artigo completo está disponível...
Participei de um chá de panela "daqueles"... não curto muito isso mas, enfim, fazer o quê... a gente acaba dando risada, cria-se um clima, a mulherada reprimida se solta...
Resultado, acabamos saindo pra dançar, aquele círculo meio ridículo de (muitas) mulheres, "mães de família" parecendo querer descontar todos anos de sua clausura em algumas horas. Divertido foi, but...
Resultado, acabamos saindo pra dançar, aquele círculo meio ridículo de (muitas) mulheres, "mães de família" parecendo querer descontar todos anos de sua clausura em algumas horas. Divertido foi, but...
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