Sem tempo para escrever, ainda. Pensamento recortado, cabeça a mil; publicarei apenas uns fragmentos da semana.
Segunda-feira: chopinho e tititti com Simone no bar do Zé Firino.
Terça-feira: passeio com Caê e crepe na feira.
Quarta-feira: Por do sol com o lirismo folk da banda galesa Gorkys Zygotic Mynci.
Quinta-feira: não lembro.
Sexta-feira: trânsito caótico das 6 e meia com chuva ouvindo o programa de jazz da Educativa.
Sábado de manhã com cólica assistindo o Lado B da MTV.
18/12/2004
17/12/2004
torta gelada de café
Hoje não vai dar tempo de escrever nada...
Então, já que acabei de mandar uma receita para amigas (a torta que fiz para nosso lanche de domingo passado, que ficou ma-ra-vi-lho-sa!!), coloco-a aqui também.
TORTA GELADA DE CAFÉ
CREME:
Bater 100 g de margarina com 2 col. s. de Nescafé (ou outro café solúvel) e 1 xic. de leite condensado. Misturar com 1 pote pq de nata batida firme.
CROCANTE:
Ferver 1 xic (chá) de água com 1 ½ xic (chá) de açúcar. Quando formar um caramelo claro, colocar 1 col. s. de manteiga e 1 ½ xic. (chá) de amêndoas grosseiramente picadas. Deixa acentuar a cor do caramelo e despeja-o numa pedra untada com óleo. Moer depois de esfriar.
Forrar uma forma de bolo inglês (ou a que achar melhor) com papel alumínio. Colocar um pouco de creme no fundo. Molhar biscoitos champagne no café fraco (só de um lado) e colocá-las sobre o creme (vai 1 pacote e meio de bolacha, + ou -). Coloca uma camada de creme por cima e depois uma camada de “crocante”. Repete a operação (bolacha – creme – crocante) até preencher toda a forma. Colocar na geladeira por no mínimo 5 horas antes de desenformar (e é bom deixar um pouco no congelador antes). Desenforma, cobre-a com o creme que sobrou e decora com o crocante, amêndoas picadas e torradas, amêndoas inteiras e cerejas (ou o que invertar!).
Antes de servir, também é bom deixar um pouco no congelador.
Categoria: fácil, demorada, não usa forno, rende umas dez boas fatias, é deliciosa!
Então, já que acabei de mandar uma receita para amigas (a torta que fiz para nosso lanche de domingo passado, que ficou ma-ra-vi-lho-sa!!), coloco-a aqui também.
TORTA GELADA DE CAFÉ
CREME:
Bater 100 g de margarina com 2 col. s. de Nescafé (ou outro café solúvel) e 1 xic. de leite condensado. Misturar com 1 pote pq de nata batida firme.
CROCANTE:
Ferver 1 xic (chá) de água com 1 ½ xic (chá) de açúcar. Quando formar um caramelo claro, colocar 1 col. s. de manteiga e 1 ½ xic. (chá) de amêndoas grosseiramente picadas. Deixa acentuar a cor do caramelo e despeja-o numa pedra untada com óleo. Moer depois de esfriar.
Forrar uma forma de bolo inglês (ou a que achar melhor) com papel alumínio. Colocar um pouco de creme no fundo. Molhar biscoitos champagne no café fraco (só de um lado) e colocá-las sobre o creme (vai 1 pacote e meio de bolacha, + ou -). Coloca uma camada de creme por cima e depois uma camada de “crocante”. Repete a operação (bolacha – creme – crocante) até preencher toda a forma. Colocar na geladeira por no mínimo 5 horas antes de desenformar (e é bom deixar um pouco no congelador antes). Desenforma, cobre-a com o creme que sobrou e decora com o crocante, amêndoas picadas e torradas, amêndoas inteiras e cerejas (ou o que invertar!).
Antes de servir, também é bom deixar um pouco no congelador.
Categoria: fácil, demorada, não usa forno, rende umas dez boas fatias, é deliciosa!
16/12/2004
Dois passarinhos verdes com a cabeça azul têm vindo visitar a minha janela desde o início da primavera. Certamente é um pássaro sazonal, que alçará vôo aos primeiros sinais do outono, mas nunca tinha visto uma espécie tão colorida, tão perto de mim fora de uma gaiola. (Detesto gaiolas).
Não vejo a hora de pertencer à paisagem bucólica, de abrir a janela todas as manhãs e encontrar um festa de tonalidades verdes, e um pout-pourit de gorjeios dos mais variados pássaros nesse início de verão. De deitar-me na rede no final de tarde e deixar-me embalar pelos pensamentos; de pisar na terra seca e fina da estrada e sentir cócegas, de observar as incansáveis formigas trabalhando e escutar as despreocupadas cigarras fazendo serenata; de colocar um biquíni e deixar a pele tostar pelos saudáveis raios de sol; de preparar e desfrutar de um suado copo de água com gelo e folhinhas de hortelã; de escutar a Cultura AM de São Paulo no rádio; de ficar de papo na ensolarada cozinha, enquanto minha mãe prepara um bolo; de sair correndo feito uma criança; de rodar de braços abertos, de cantarolar, de me sujar de terra...
Não vejo a hora...
Não vejo a hora de pertencer à paisagem bucólica, de abrir a janela todas as manhãs e encontrar um festa de tonalidades verdes, e um pout-pourit de gorjeios dos mais variados pássaros nesse início de verão. De deitar-me na rede no final de tarde e deixar-me embalar pelos pensamentos; de pisar na terra seca e fina da estrada e sentir cócegas, de observar as incansáveis formigas trabalhando e escutar as despreocupadas cigarras fazendo serenata; de colocar um biquíni e deixar a pele tostar pelos saudáveis raios de sol; de preparar e desfrutar de um suado copo de água com gelo e folhinhas de hortelã; de escutar a Cultura AM de São Paulo no rádio; de ficar de papo na ensolarada cozinha, enquanto minha mãe prepara um bolo; de sair correndo feito uma criança; de rodar de braços abertos, de cantarolar, de me sujar de terra...
Não vejo a hora...
15/12/2004
Caiu em minhas mãos uma revista sobre literatura e chamou-me a atenção uma reportagem sobre os novos talentos na poesia. Como suspeitava, é através da Internet que tem sido possível conhecer pessoas que estão produzindo textos de boa qualidade. Frederico Barbosa (poeta e crítico literário) é um “olheiro” que publica autores desconhecidos numa editora chamada Landy. Ele diz:
(...) a ”rede” tornou-se a mais revolucionária forma de divulgação de poesia no mundo, transformando-se no melhor meio de vencer a barreira do desprezo das editoras, da implicância das livrarias e da rasura da grande imprensa.
O destaque da reportagem é uma curitibana de nome Greta Benitez, da qual transcrevo um dos poemas:
Pela janela que a chuva molha
Não sei se sou eu
Ou se é a cidade que me olha
Aproveitando o ensejo, lembro do lançamento dos livros de poetas, novos e consagrados, por uma editora recente do RS, a “AME O POEMA” (que na verdade é um palíndromo!), também destacando a presença da curitibana Estrela Leminski e de sua mãe Alice Ruiz.
(...) a ”rede” tornou-se a mais revolucionária forma de divulgação de poesia no mundo, transformando-se no melhor meio de vencer a barreira do desprezo das editoras, da implicância das livrarias e da rasura da grande imprensa.
O destaque da reportagem é uma curitibana de nome Greta Benitez, da qual transcrevo um dos poemas:
Pela janela que a chuva molha
Não sei se sou eu
Ou se é a cidade que me olha
Aproveitando o ensejo, lembro do lançamento dos livros de poetas, novos e consagrados, por uma editora recente do RS, a “AME O POEMA” (que na verdade é um palíndromo!), também destacando a presença da curitibana Estrela Leminski e de sua mãe Alice Ruiz.
14/12/2004
No trânsito, sou a pessoa mais calma que conheço. De uma tranquilidade irritante. Quem está comigo sofre, xinga, esperneia, esbraveja, só falta querer meter a mão na buzina por mim. E, convenhamos, oportunidades não faltam. Mas eu fico lá, impassível, não tenho rompantes de raiva no trânsito por nada. Não sei até que ponto isso é bom, mas descobri que eu irrito os esquentadinhos, tanto os passageiros como os outros motoristas. Exemplo: se levo uma buzinada, continuo ouvindo meus cedezinhos no maior astral. Se bobear, dou até um tchauzinho para a aquele que me olha torto. Se estou errada, aceno com um pedido de desculpas. Se o outro está errado, faço de conta que não foi nada. Se alguém na minha frente não viu o sinal abrir, não buzino para avisá-lo.
Irritante, não?!
Irritante, não?!
13/12/2004
Segunda sonolenta. Tinha acabado de ver no Bom Dia Brasil que no Sul ia ter muito sol e calor. Mas que nada... aqui está frio e nublado. E, após o jornal, a vontade de ficar dormindo mais um pouco foi potencializada pela voz da Ana Maria Braga lendo no ar aqueles e-mails edificantes que a gente recebe de "pencas" todos os dias. Seria falta de assunto, ou é só impressão?! Sua voz esganiçada e a risada "de soquinho"... ai que preguiiiiiça...
12/12/2004
Entre Natal e Ano Novo, acredito que muitos blogs entrarão em recesso. Eu entrarei também. Vou para o sítio daqui a uma semana, provavelmente, e só volto lá pelo dia 5 de janeiro.
O Professor me deu um “ultimato”. Ele é uma graça: um tempo atrás eu dizia que precisava me sentir pressionada para deslanchar a escrever, que eu estava sem metas rígidas, e depois disso ele me chama toda semana para uma reunião. Ótimo, mas às vezes não tenho nem o que falar. Ontem ele disse: “vou te pressionar um pouquinho: estou indo para a Alemanha no dia 22 e volto no dia 6 ou 7. Quando voltar quero ver o primeiro capítulo pronto”. Hahaha, como se ele fosse muito bravo! Bravo ou não, agora tenho uma meta a cumprir. Por que cargas d’água só consigo produzir sob pressão?!
O Professor me deu um “ultimato”. Ele é uma graça: um tempo atrás eu dizia que precisava me sentir pressionada para deslanchar a escrever, que eu estava sem metas rígidas, e depois disso ele me chama toda semana para uma reunião. Ótimo, mas às vezes não tenho nem o que falar. Ontem ele disse: “vou te pressionar um pouquinho: estou indo para a Alemanha no dia 22 e volto no dia 6 ou 7. Quando voltar quero ver o primeiro capítulo pronto”. Hahaha, como se ele fosse muito bravo! Bravo ou não, agora tenho uma meta a cumprir. Por que cargas d’água só consigo produzir sob pressão?!
Assinar:
Comentários (Atom)