22/03/2005

Ao passar do tempo sinto que minha intuição está cada vez mais forte. Hoje liguei para a CAPES e forcei a barra para que me dessem, finalmente, uma resposta sobre a bolsa para o México. Não demorou meia hora e recebo um fax dizendo que meu projeto foi recomendado quanto ao mérito, mas nÃo obteve classificação necessária para a obtenção de recursos financeiros na minha área de estudos. Bom, sabia que seria complicado mandar um projeto de pura epistemologia para uma área tão pragmática como a Ecologia. Que, segundo Guillermo, "podría ser hecho desde la luna"... O mais estranho é minha reação: não me sinto decepcionada... muito estranho.

fotos

Eis aqui uma bitácora de fotografia de natureza!
Enquanto nós, brasileiros, adotamos todos os termos que usam os de lingua inglesa relacionados à informática, os de língua espanhola se recusam a usar. Nós usamos o termo e-mail com vários significados; eles têm termos diferentes para cada um:
- mensajes = e-mail
- correo electronico = e-mail
- dirección electronica = e-mail
Curioso é o termo que usam para blog: bitácora! hahahaha
Não sei se é efeito colateral do antibiótico ou se é alguma reação da intoxicação alimentar, mas passei a noite toda me coçando, até o couro cabeludo! Insônia braba, e um dia cheio, para fazer tudo o que não fiz nesses últimos. Tenho um casamento no dia 31 e não vi nada ainda, nem roupa, nem presente... Quinta vou para o sítio passar o feriado, Ana Lu & cia vão também.

21/03/2005

A ENTUSIASTA!

Depois de passar um dia de cão à base de soro, antibiótico, analgésico, Gatorade e canja, estou bem melhor, mas ainda um pouco fraca. Que coisa... Fazendo uma retrospectiva, percebo que o “revertério” foi uma reação à orgia alimentar à qual me submeti nesses dias (muito peixe e camarão fritos, mariscos, casquinhas de siri, etc.).

Sexta estive novamente em Pontal para encerrar a disciplina de Educação Ambiental, onde os alunos apresentaram projetos. Surpreendentemente, saíram projetos muito bons, e, como já previa, saíram alguns lastimáveis. 6 professores de Curitiba foram até lá para assistir às apresentações (!), mas eles gostaram e eu fiz até alguns contatos interessantes. Depois da aula, um calor insuportável, me entreguei a um delicioso e merecido banho de mar.

Meus pais resolveram ir comigo para passar um dia e meio na praia. À noite saímos para comer porções de camarão abraçadinho. Dormimos em Pontal e na sábado fomos para Morretes almoçar. Que gracinha de cidade! Fazia muuuito tempo que não ia lá, e fiquei admirada com a quantidade de restaurantes do lugar; a gente chega e em cada lombada tem alguém entregando folhetos de propaganda dos restaurantes. Almoçamos no tradicional Casarão, à beira do rio Nhundiaquara. Depois do lauto almoço, voltamos pela serra da Graciosa, e também quase não acreditei no número de pousadas, chácaras e condomínios, tudo muito bem cuidado e coroado pela vegetação tropical. A estrada da Graciosa faz jus ao nome, é todinha florida, o que não corresponde é seu estado de conservação, a mata invadindo as pistas já estreitas e sem acostamento.

Chegando em Curitiba, o povo estava a fim de sair, fazer alguma coisa à noite, foi aquela telefonação, até que resolvemos fazer um jantar na casa da Fer. O prato: strogonoff de camarão, regado a muito vinho tinto (oh God, essa foi a gota d’água...). Muito divertido, saímos de lá mais de duas da manhã. O que ocorreu depois foi um capítulo à parte, eu me refiro ao início desse post...


20/03/2005

Uma lista de coisas legais que aconteceram e agora esse mal estar vislumbrando um domingo empurrado com a barriga. Comi algo (algos, muitos) que me fez mal nesse fim de semana gastronômico.