11/12/2006
22/10/2006
18/10/2006
08/10/2006
O Corte, de Costa-Gavras. A família é colocada como o bem maior, e em nome dela se cometem atrocidades e se acobertam crimes, tudo para preservar sua "integridade". Aplicando-se o lema "os fins justificam os meios", é um filme
supercontemporâneo, nesta época de crise de valores. O Velho Mundo às voltas com a questão da qualificação x desemprego. Na perversidade do sistema capitalista e da economia globalizada, onde mesmo foi parar o Humanismo?
supercontemporâneo, nesta época de crise de valores. O Velho Mundo às voltas com a questão da qualificação x desemprego. Na perversidade do sistema capitalista e da economia globalizada, onde mesmo foi parar o Humanismo?
04/10/2006
24/09/2006
Audio 2 - A peace of... pure Acid Jazz!
1 - Akiko - Waters Of March (feat. Corinne Drewery of Swing Out Sister)
2 - Corduroy - Something In My Eye
3 - Four 80 East - Eastside(1)
4 - Greyboy Allstars - Turnip's big move
5 - Jazznova - no use (jazzanova – remixed)
6 - Lettuce - Outta Here
7 - Maceo Parker & Ani Difranco - Coin Toss
8 - Four 80 East - Bumper To Bumper
9 - Corduroy – Follow That Arab
10 - Opaz - Don't Say Nothing
11 - Zero 7 - Give It Away
12 - Swing Out Sister -La La Means I Love You
13 - Swing Out Sister - If I Had The Heart (Ambient Version)
14 - Zero 7 - Simple Things
15 - The Jazzinvaders – Movements
1 - Akiko - Waters Of March (feat. Corinne Drewery of Swing Out Sister)
2 - Corduroy - Something In My Eye
3 - Four 80 East - Eastside(1)
4 - Greyboy Allstars - Turnip's big move
5 - Jazznova - no use (jazzanova – remixed)
6 - Lettuce - Outta Here
7 - Maceo Parker & Ani Difranco - Coin Toss
8 - Four 80 East - Bumper To Bumper
9 - Corduroy – Follow That Arab
10 - Opaz - Don't Say Nothing
11 - Zero 7 - Give It Away
12 - Swing Out Sister -La La Means I Love You
13 - Swing Out Sister - If I Had The Heart (Ambient Version)
14 - Zero 7 - Simple Things
15 - The Jazzinvaders – Movements
23/09/2006
10/09/2006
20/08/2006
13/08/2006
12/08/2006
01/08/2006
14/07/2006
Audio 1 - músicas para sexta-feira – 14/07/2006
1- Mercy Mercy Me - Marvin Gaye
2- Do something - Macy Gray
3- Life - Josh Rouse
4- QuietTown - Josh Rouse
5- Falling At Your Feet - Daniel Lanois
6- Who's That Lady - Curtis Mayfield
7- Last Good Day of the Year - Cousteau
8- Licks And Brains - The Jazzinvaders
9- How Will I Know - Cousteau
10- Like the Deserts Miss the Rain - Everything but the Girl
11- Wherever You Go I Will Follow (Chillhouse Mix) - Everything but the Girl
12- Strict Machine - Goldfrapp vs. Benni Benassi
13- Summer breeze - Jamiroquai
1- Mercy Mercy Me - Marvin Gaye
2- Do something - Macy Gray
3- Life - Josh Rouse
4- QuietTown - Josh Rouse
5- Falling At Your Feet - Daniel Lanois
6- Who's That Lady - Curtis Mayfield
7- Last Good Day of the Year - Cousteau
8- Licks And Brains - The Jazzinvaders
9- How Will I Know - Cousteau
10- Like the Deserts Miss the Rain - Everything but the Girl
11- Wherever You Go I Will Follow (Chillhouse Mix) - Everything but the Girl
12- Strict Machine - Goldfrapp vs. Benni Benassi
13- Summer breeze - Jamiroquai
03/05/2006
02/05/2006
Hoje esfriou muito. Deve ter caído uns 15 graus de repente. E eu gostei, apesar de preferir o calor. Não, eu não prefiro o calor - isso foi só uma época da minha vida. Hoje eu sei do que gosto: de ter as 4 estações bem definidas, algo que já não é viável em lugar nenhum. O inverno é inspirador, sem dúvida. Mas o frio, como tudo que é demais, cansa. O mesmo se dá para o calor no verão. Chuva no verão, só se for chuva de verão. Frio no verão é um tédio. E calor no inverno: não tem nada mais sem graça. O outono e a primavera também cansam, por sua indefinição. A verdade é que nunca, nunca será possível satisfazer a um ser insatisteito.
30/04/2006
Domingo e véspera de feriado, nenhum programa melhor a fazer do que o culinário, fomos no Mercado Muncipal comprar pescadas brancas para assar na brasa. Sem a opção de pescada na peixaria, arrematamos um robalo de 2,5 Kg. Já sem as víceras, ele foi aberto pelas costas, de onde se lhe retiraram a espinha. Fiz uma farofa generosa de farinha de mandioca, guarnecida com fatias de azeitonas roxas, banana seca, castanhas grosseiramente picadas, um maço de salsinha, e muita cebola. Preenchido o interior do robalo com ramos de alfavaca e (muita) farofa (ele ficou bem gordo), costuramos a abertura dorsal com agulha e linha de crochê. Depois embalsamos o espécime com uma mistura de 4 kilos de sal, óleo e água, e embrulhamos tudo com papel alumínio. Um bom tempo de brasa, e depois de o sal virar um cimento dourado, abrimos o envelope e retiramos o sal junto com a pele toda do peixe, que facilmente se desprendeu da carne. O processo se iniciou às 10 da manhã, e finalizou-se às 15:30h, meia hora antes do "sagrado" jogo do Inter na TV, que acabou já era noite. Uma partida de buraco de duplas, até 3.000 pontos e... pronto acabou o domingo. E amanhã?
27/04/2006
Estive procurando no google (meu passatempo favorito hoje em dia) algo sobre o que estou passando, o que intuitivamente chamei de "depressão pós-tese". Entrei com essa expressão em português e encontrei apenas dois resultados.
Um não conta. A pessoa ainda não estava efetivamente no período em questão: "Depressão pós-tese? Que venha! Essa aí eu quero mais é experimentar."
A outra dizia: "Depressão pós-tese realmente existe. Não que eu esteja em depressão, mas o dilema do que fazer depois me atormenta a cada minuto".
Tentei a busca em inglês, que mostrou 8 resultados. Alguns deles:
"At this stage of my life, I am going through something very similar to that "post-partum," post-thesis depression."
"Still, I've not yet fallen to the dreaded Post-Thesis-Depression people keep talking about. Maybe this is beause we bought a playstation yesterday." (hahahahhh)
Bem, sou normal (ufa). Talvez isso tenha outro nome, talvez sejam vários outros fatores confluindo para um estado de espírito, mas a questão é que tenho um artigo pra finalizar e não consigo nem olhar pra tese, dentre outras coisas.
Um não conta. A pessoa ainda não estava efetivamente no período em questão: "Depressão pós-tese? Que venha! Essa aí eu quero mais é experimentar."
A outra dizia: "Depressão pós-tese realmente existe. Não que eu esteja em depressão, mas o dilema do que fazer depois me atormenta a cada minuto".
Tentei a busca em inglês, que mostrou 8 resultados. Alguns deles:
"At this stage of my life, I am going through something very similar to that "post-partum," post-thesis depression."
"Still, I've not yet fallen to the dreaded Post-Thesis-Depression people keep talking about. Maybe this is beause we bought a playstation yesterday." (hahahahhh)
Bem, sou normal (ufa). Talvez isso tenha outro nome, talvez sejam vários outros fatores confluindo para um estado de espírito, mas a questão é que tenho um artigo pra finalizar e não consigo nem olhar pra tese, dentre outras coisas.
26/04/2006
20/04/2006
Em 1992 ainda era forte a minha mania de gravar fitas, ainda mais que era sócia do extinto CD Club, que foi fechado por "promover a pirataria" (hahahah, nem imaginavam o que ocorreria mais tarde...). Como era difícil encontrar cds do SoS em lojas, aproveitei pra gravar tudo o que tinha disponível lá. Este belíssimo "British sophisti-pop" álbum (rótulo que achei no All Music Guide), Get in touch with yourself rodava comigo no carro pra cima e pra baixo, e muito tempo antes de se popularizarem termos como chill in, balada, etc., ele era a trilha sonora do aquecimento para a noite... (dizíamos simplesmente "vamos sair hoje?"). Pois então. Um belo dia, enquanto estava montando lâminas de pulgões no laboratório de entomologia, o carro foi roubado. Com todas as minhas fitas, que andavam nas caixinhas de papelão da SONY, TDK, BASF...Ontem foi um dia feliz. Fomos fazer umas coisas no centro, e nos deparamos com um sebo novo. Fuçamos, é claro, em busca de pérolas perdidas. Encontrei "o" CD, em perfeito estado, uma edição japonesa da Fontana, com um bonus track que só os japoneses puderam ouvir! Com lirics, coisa rara; e o preço, um desaforo: 7 reais (se encomendasse na Fnac, sairia uns 80). Saí de sacolinha balançando, louca pra me deleitar com as músicas e, de quebra, as lembranças de uma época em que sabia cantar todos os refrões deste álbum.
I look in the mirror
And see a reflection that isn't me
It's hard to remember the girl that used to be me
In this world, nothing lasts forever...
19/04/2006

Estou maravilhada com a possibilidade de trabalhar ouvindo novos sons. Caê passou uma lista de sites e rádios difícil de ser desvendada em puco tempo. Vou curtindo aos poucos, há também o prazer da descoberta, uma experiência muito particular... Por outro lado, é um pouco estressante pensar nas possibilidades ilimitadas da internet. Mais ou menos como o "problema" do Bill Gates, de não ter tempo o suficiente pra gastar todo o dinheiro que tem.
Deixando de lado esse dilema, já adotei uma rádio, a kexp, só "música boa da melhor qualidade". Dilícia.
18/04/2006
Assim vamos bem... vamos muuuito bem...
Ensino superior demitiu 2.492 professores em 2005 Fonte: Jornal do Commércio - RJ
06/02/2006 - As demissões e reduções salariais são uma das formas mais utilizadas pelas instituições de ensino superior para adequar custos, em um setor em que 63% do faturamento, em média, é gasto com folha de pagamento. No caso das universidades que atravessam crise financeira, a média é de 80%.Os números ajudam a explicar os dados do Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP), que informa que foram demitidos 2.492 professores na cidade de São Paulo no ano passado. Do ano retrasado para 2005, o salário médio, de acordo com o sindicato, caiu de R$ 3.501 por mês para R$ 3.027."A informação que nos chega é que as universidades demitem doutores e contratam professores com titulação menor para economizar. Os salários são nivelados por baixo, o que prejudica a qualidade do ensino", diz Celso Napolitano, diretor do Sinpro.Uma universidade paulista que demitiu 200 professores no final de 2005 para cortar custos, foi a Unicastelo . Outro caso é o da FGV-SP, que na semana passada anunciou que demitiu 16 de seus 300 professores para adequar custos. A universidade informou que alguns docentes estavam subaproveitados. A PUC também informou que 10% de seus professores serão demitidos. Outras universidades que demitiram recentemente, segundo sindicalistas, são a Ibirapuera, a Unip e a Universidade Católica de Brasília (UCB).
Ensino superior demitiu 2.492 professores em 2005 Fonte: Jornal do Commércio - RJ
06/02/2006 - As demissões e reduções salariais são uma das formas mais utilizadas pelas instituições de ensino superior para adequar custos, em um setor em que 63% do faturamento, em média, é gasto com folha de pagamento. No caso das universidades que atravessam crise financeira, a média é de 80%.Os números ajudam a explicar os dados do Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP), que informa que foram demitidos 2.492 professores na cidade de São Paulo no ano passado. Do ano retrasado para 2005, o salário médio, de acordo com o sindicato, caiu de R$ 3.501 por mês para R$ 3.027."A informação que nos chega é que as universidades demitem doutores e contratam professores com titulação menor para economizar. Os salários são nivelados por baixo, o que prejudica a qualidade do ensino", diz Celso Napolitano, diretor do Sinpro.Uma universidade paulista que demitiu 200 professores no final de 2005 para cortar custos, foi a Unicastelo . Outro caso é o da FGV-SP, que na semana passada anunciou que demitiu 16 de seus 300 professores para adequar custos. A universidade informou que alguns docentes estavam subaproveitados. A PUC também informou que 10% de seus professores serão demitidos. Outras universidades que demitiram recentemente, segundo sindicalistas, são a Ibirapuera, a Unip e a Universidade Católica de Brasília (UCB).
12/04/2006

Aaaaaaa...!!! Pareço uma criança ávida por descobertas neste novo mundo que se abriu!! A começar pelas experiências pueris no photoshop, como esse recurso de circularizar a imagem aí. E postar fotos, então?! Será uma nova fase da entusiasta? Ou fogo de palha, como tudo o que perde o sabor de novidade? Demorei, mas cheguei. Agora agüenta.
04/04/2006
Kátia e eu fizemos a última viagem juntas no fim do inverno de 1994. Naquela ocasião, íamos, pela segunda vez, para a praia da Guarda, paraíso dos duendes, junto com Fer e Fran. Fez tanto frio que tínhamos que dormir de roupa e nos cobrir com as cangas por cima do lençol. Nossas viagens quase sempre eram para um lugar de praia, além do sítio e das inúmeras "Oktoberfests" em Blumenau. Passamos o período da faculdade fazendo muita festa, estudando pouco, enfim, vivendo o fim da adolescência como deve ser...rs.
No mesmo ano de 94, aliás, no mesmo mês de setembro, conheci o Cae, que passou a ser minha companhia de viagem e de vida. Kátia casou, e tem uma filha de 9 anos. E agora vamos viajar juntas para um congresso, e ficaremos hospedadas em uma casa de praia. Vamos ter pouco tempo, no entanto, para colocar as confidências de 12 anos em dia...
No mesmo ano de 94, aliás, no mesmo mês de setembro, conheci o Cae, que passou a ser minha companhia de viagem e de vida. Kátia casou, e tem uma filha de 9 anos. E agora vamos viajar juntas para um congresso, e ficaremos hospedadas em uma casa de praia. Vamos ter pouco tempo, no entanto, para colocar as confidências de 12 anos em dia...
01/04/2006
Está na hora de (re)pensar as funções deste blog, que já não tem a mesma vitalidade de antes.
Se eu estivesse com mais tempo livre, ia sair por aí neste sábado, sem destino, leve e saltitante, parando para cheirar as flores no caminho e fotografar casas que têm anões e aves pernaltas no jardim. Uma coisa "fábula" de ser hahaha...
Quero, pelo menos, ir ali na Saraiva e comprar um livro do Ítalo Calvino, o Cidades Invisíveis.
Se eu estivesse com mais tempo livre, ia sair por aí neste sábado, sem destino, leve e saltitante, parando para cheirar as flores no caminho e fotografar casas que têm anões e aves pernaltas no jardim. Uma coisa "fábula" de ser hahaha...
Quero, pelo menos, ir ali na Saraiva e comprar um livro do Ítalo Calvino, o Cidades Invisíveis.
29/03/2006
22/03/2006
Acabo de emergir da atmosfera sombria da São Petesburgo do século XIX; dos miseráveis, bêbados, prostitutas, tísicos, criminosos, monomaníacos; dos desesperados e dos resignados. Dostoiévski preocupou-se, ao menos, em sugerir que há um caminho para a redenção, (mesmo que nem ele próprio fosse capaz de acreditar nisso). Hoje me despedi de Raskólnikov, mas não me livrei dele. Isso deve acontecer dentro de dois ou três dias, imagino.
21/03/2006
09/03/2006
Passada a tempestade, pôde dar asas à liberdade. Já sentia os efeitos do ar condicionado na garganta, e grandes poças tinham se formado nas calçadas irregulares, deixando seus pés encharcados dentro do velho All Star. Enfiou as mãos nos bolsos da frente, atrás de moedas, lembrando de comprar jornal, por causa dos classificados. Gotas pesadas ainda caíam das árvores frondosas; pingos duros que deslizavam por entre os fios de cabelo, fazendo-o sentir calafrios. Numa sacola branca, uma lata de Coca Cola e um jornal dobrado. E sonhos, embrulhados para viagem.
07/03/2006
Anestesia, ou confusão mental. Andando pelos corredores cheios de livros, imaginava que iam-no devorar, enxergava-os com mãos querendo pegá-lo, e quanto mais andava rápido, maior era o cordão de letras enlouquecidas que se formava atrás dele. Os olhos passavam trêmulos pelos títulos, como se buscasse algo que nunca fora publicado. Mergulhado no delírio, deleitava-se pelo prazer de saber que sua busca era inútil, e que nada, ou ninguém, iria tirá-lo de sua intranqüilidade. Pessoas de blusas pretas interpelavam-no insistentemente, mas não ouvia suas vozes, apenas o movimento das mãos e dos lábios, e de seus passos discretos. Olhava incrédulo para as seções mais movimentadas, dos livros de auto-ajuda, das últimas revistas de fofoca, dos sushis e melancias, e sentia ímpetos de derrubar a pirâmide cuidadosamente montada com os “mais vendidos”. – Que usurpação das palavras!, pensava. Nem o colorido das capas poderia oferecer-se, naquele momento, como um linimento. Resignado, contentava-se em conseguir discernir certas palavras, como “caixa”, “pacote”, “lançamentos”. Atordoado, pensava que só a música poderia fazê-lo voltar a concatenar seus pensamentos. Em vão, procurou por seus cantores favoritos, acessou terminais de busca para não ter que verbalizar nada, e nada foi o que encontrou. A música de fundo era irritante, dessas que se tornam grandes apelos comerciais em pouquíssimo tempo, seguindo-se de sofríveis versões em português. Vencido pelo cansaço, saiu, sem pacote, sem nada.
25/02/2006
Sempre acho interessante quando os escritores dão entrevistas sobre o lançamento de seus livros. Um momento que parece o ápice, a consagração de um esforço de, às vezes, muitos anos, está misturado a sensações das mais estranhas. Os autores sentem orgulho e solidão, num ritual de festejada despedida. Despedida dos seus personagens, que o acompanharam e “tomaram frente”, vida própria, a ponto de o autor acordar, no meio da noite, assustado pelo rumo que este ou aquele resolveu tomar no meio de uma história. Morin descreveu esse processo, denominando-o de “ecologia das obras”, em que o escritor já não é o único autor de seu livro: desde o início da produção, a obra também se torna autora de si mesma. Despedida de sua rotina, que se perpetuou por dias, meses, anos, que se instalou nos seus hábitos, nos seus pensamentos, no seu olhar para o mundo, que se traduziu em muitas conversas consigo mesmo, em sua “mente povoada”. Despedida da desculpa de ter um compromisso inadiável; simplesmente a desculpa que o permitia a decidir o que queria fazer, como, quando, onde e com quem. Por tudo isso, há uma saudade (a “dor doce”), um rompimento, uma mudança de perspectiva, até que outra idéia venha a ser fecundada, e que se auto-produza no “ventre” do escritor. Há o sentimento de finalização, concretização e coroamento, no lançamento de um livro, seguido pelo reconhecimento público da obra, que vai determinar (ou não) a sua “sobrevida”. Sentimentos confusos, conflitantes e estranhos, que só um escritor pode experimentar. Não, talvez a maternidade possa deflagrar algo parecido...
18/02/2006
Sol em LEÃO, Lua em ÁRIES, Ascendente ESCORPIÃO, regente MARTE. Esse é o meu "DNA cósmico", isso de acordo com o site que a Muié divulgou em seu blog. Eis algumas "pistas" de minha personalidade...
"Sua natureza será intensa e propensa a extremos, tanto no trabalho como no prazer."
"Você combina uma natureza resistente, dominante, entusiasta e enérgica, com muita emotividade."
"você é entusiasta e precisa direcionar esta qualidade para ela não se transformar em agressividade."
Divertido esse site.
"Sua natureza será intensa e propensa a extremos, tanto no trabalho como no prazer."
"Você combina uma natureza resistente, dominante, entusiasta e enérgica, com muita emotividade."
"você é entusiasta e precisa direcionar esta qualidade para ela não se transformar em agressividade."
Divertido esse site.
15/02/2006
06/02/2006
31/01/2006
Well, well, well... De volta à civilização.
Os dias no sítio foram uma doce rotina. Acordava, não muito cedo. Oito e meia, nove horas. Demoradamente fazia o desjejum, com melão, banana, aveia, pão integral ou torrada, café preto. Ia para o computador e ficava até a hora do almoço, em torno de uma e meia da tarde. Assistia Força de um Desejo e voltava ao computador. Ia colher milho no final da tarde e, enquanto cozinhava, via Alma Gêmea. Tomava banho, fazia lanche e...voltava ao computador. Até a hora do JK. Estes eram meus companheiros, Ester, Inácio, Abelardo, Serena, Cristina, Juscelino, Sarah, Salomé...
No Natal, fiz uma decoração caprichada com o tema “borboletas”, No Ano Novo, reaproveitei as borboletas e troquei as flores. E bolei uma mesa de aperitivos com patês saborosos, temperados com as ervas da horta. Ah! Aprendi a fazer pretzel. Fizemos duas vezes, salgado (com cobertura de queijo e orégano) e doce (açúcar e canela). E jogamos crapô algumas vezes, eu e minha mãe. Fomos, num domingo, para a cidade, e comemos uma pizza surpreendentemente gostosa. Não fiz caminhadas, tomei pouquíssimo sol (uns dois ou três dias).
Cheguei no sábado à noite. Mandei a tese por e-mail para o Professor. No domingo fui com o Caê no MON, agora abriu um café lá, legalzinho. Tinha uma exposição de desenhos do Lichtenstein, e, no olho, uma mostra fantástica de design, Simple Droog - 10 + 1. Eu quero um armário de container!! Meu bosque, fresquinho como sempre. Hoje nos reunimos (Professor e eu) para resolver o encaminhamento da tese. Ele está indo viajar amanhã – e eu ficarei a ver navios – de novo. Pretendo estar com as cópias prontas daqui a duas semanas, e...
Alea jacta est.
Os dias no sítio foram uma doce rotina. Acordava, não muito cedo. Oito e meia, nove horas. Demoradamente fazia o desjejum, com melão, banana, aveia, pão integral ou torrada, café preto. Ia para o computador e ficava até a hora do almoço, em torno de uma e meia da tarde. Assistia Força de um Desejo e voltava ao computador. Ia colher milho no final da tarde e, enquanto cozinhava, via Alma Gêmea. Tomava banho, fazia lanche e...voltava ao computador. Até a hora do JK. Estes eram meus companheiros, Ester, Inácio, Abelardo, Serena, Cristina, Juscelino, Sarah, Salomé...
No Natal, fiz uma decoração caprichada com o tema “borboletas”, No Ano Novo, reaproveitei as borboletas e troquei as flores. E bolei uma mesa de aperitivos com patês saborosos, temperados com as ervas da horta. Ah! Aprendi a fazer pretzel. Fizemos duas vezes, salgado (com cobertura de queijo e orégano) e doce (açúcar e canela). E jogamos crapô algumas vezes, eu e minha mãe. Fomos, num domingo, para a cidade, e comemos uma pizza surpreendentemente gostosa. Não fiz caminhadas, tomei pouquíssimo sol (uns dois ou três dias).
Cheguei no sábado à noite. Mandei a tese por e-mail para o Professor. No domingo fui com o Caê no MON, agora abriu um café lá, legalzinho. Tinha uma exposição de desenhos do Lichtenstein, e, no olho, uma mostra fantástica de design, Simple Droog - 10 + 1. Eu quero um armário de container!! Meu bosque, fresquinho como sempre. Hoje nos reunimos (Professor e eu) para resolver o encaminhamento da tese. Ele está indo viajar amanhã – e eu ficarei a ver navios – de novo. Pretendo estar com as cópias prontas daqui a duas semanas, e...
Alea jacta est.
21/01/2006
Meu trabalho está rendendo magnificamente. Mais uma semana aqui e espero estar com as conclusões praticamente finalizadas. Uma pena a minha câmera estar entupida, não cabem mais fotos e perdi de registrar as visitas do pica-pau preto com penacho vermelho no arvoredo. Entre outros pássaros lindo que eu não conhecia. O tempo está agradável, depois de dias de calor insuportáveis.
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