22/03/2006

Acabo de emergir da atmosfera sombria da São Petesburgo do século XIX; dos miseráveis, bêbados, prostitutas, tísicos, criminosos, monomaníacos; dos desesperados e dos resignados. Dostoiévski preocupou-se, ao menos, em sugerir que há um caminho para a redenção, (mesmo que nem ele próprio fosse capaz de acreditar nisso). Hoje me despedi de Raskólnikov, mas não me livrei dele. Isso deve acontecer dentro de dois ou três dias, imagino.

Um comentário:

Mirella disse...

Raskolnikov!!!
é tudo muito duro!
Eu nao posso mais ler essas coisas, nem ver filmes muito tristes ou violentos.
Pega mais leve agora.