04/11/2004

LUAU!

Antes que eu esqueça, preciso registrar aqui nossa aventura do fim de semana. Eu poderia chamá-la de “culinária primitiva” ou “volta às origens”...

Todas as vezes que vamos a uma praia relativamente deserta, ou melhor, uma praia não urbanizada e com pouca gente, aproveitamos a noite para fazer uma fogueira e ficar curtindo a lua, as estrelas e as Noctilucas, (aquelas algas que brilham na areia e beira d’água, quando atritadas). Pois bem. No primeiro dia (sexta), montamos a fogueira no fim da tarde, fomos comprar pescadinhas e assamos as ditas cujas na brasa (tínhamos levado uma grelha, of course...). Noite de luau, digo, luar; uma lua tão cheia e tão amarela nascendo no horizonte, que parecia um balão prestes a explodir! Nossa aventura fora tão bem sucedida que resolvemos repetir a dose no sábado, só que dessa vez com um requinte a mais: fizemos o peixe enterrado na areia, no melhor estilo havaiano! Modo de fazer (um momento culinário...):

- Constrói-se um buraco na areia (mais ou menos uns 50 x 30, com dois ou três palmos de profundidade);
- Colocam-se as pescadinhas (de + ou – 30 cm cada, temperadas e embrulhadas – muuuuito bem embrulhadas – no papel alumínio) dentro do buraco, cobre-se com uma camada de areia e enche o buraco com lenha. Ao lado desse “forno”, é preciso fazer uma fogueira para iluminar o jantar.
- Depois de + ou - 1 hora, apaga-se o fogo com areia, retiram-se as brasas e desenterram-se os peixes.
- Abrem-se os pacotes com cuidado para não sujar, e serve-se a refeição regada a azeite de oliva, sal e limão. Come-se com as mãos mesmo, e a dica á ter uma luminária (seja lampião, lanterna, ou coisa que o valha) ao lado do prato de peixe, para enxergar bem os espinhos.

Diversão garantida!! Rende muitos papos, risadas, etc.

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